sábado, 28 de abril de 2012

Histórias de mãe!... Para rirmos juntos!...kkk...

          Aproveitando os festejos do Dia das  mães,  republico esse texto para os amigos que ainda não o leram. Para rir um pouco... rir das coisas da  nossa vida. É meus amigos,  temos que parar de vez em quando e rir da nossa própria vida!... Melhor rir...  do que chorar!... É melhor nós mesmos rirmos dos nossos gafes... do que os outros rirem de nós!... kkkkkkkkkkk!

                                    ESSAS MAMÃES!...

         Num encontro de formação (que durou o dia todo) na hora do intervalo, encontrei alguns amigos. E papo vai,  papo vem,  estávamos comentando sobre nossa vida e chegamos às nossas mães!   Nessa nossa vida de corre corre... sem tempo para nos dedicar a família, nossas mães já idosas vão ficando carentes. Minha amiga comentava que sua mãe nos últimos meses, havia lhe reclamado que estava fazendo muito calor e que não conseguia dormir.

         - Mamãe, é só sobrar tempo...  vou comprar para senhora um ventilador! É que estou num curso de formação!...
        - Minha filha, quase não durmo de noite de tanto calor!...
       - Sei mamãe,  mas prometo da outra semana não vai passar,  lhe compro esse ventilador! Ou a sra. prefere um ar condicionado?...
        - Não... Minha filha, ar não posso usar,  me doem todos os ossos!
        - Está certo então, vai ser o ventilador mesmo! 

         E mesmo minha amiga prometendo comprar o tal ventilador,  sua mãe havia ligado todos os dias de curso, para relembrar que à noite não havia "pregado o olho" ou seja dormido. O motivo... o mesmo!   Fazia muito calor...  Continuava "precisada"  demais do ventilador!

        Isso não é nada!... Falou meu outro amigo. Preciso contar o que a minha mãe anda aprontando. Porque nessa idade, depois dos setenta, quem apronta não somos nós,  são nossos pais, é a hora da "vingança"...  deles...kkk!


     Então entre risos e no bom sentido... claro!  Sairam algumas histórias,  cada uma... mais engraçada que a outra:

        -  A mãe... tadinha... sofre de uma doença  e dá muito trabalho quando está  em crise...  Fica pê da vida quando precisa tomar remédio. Na última,  se recusava a tomar uma injeção. Depois de todos da família tentarem tudo, nada adiantava, ela piorava a cada dia, por falta do tal remédio!  Não tendo mais alternativas para convencê-la, resolvemos enfim acionar o  SAMU (Unidade de Saúde) por ordem do médico.  Ao ver a equipe médica, como por um milagre...  ela se transformou...  ficou boazinha!  Ofereceu até  cafezinho e quase quem termina internadas, fomos nós... as filhas! kkkkkkkkk! Depois de muita,  muita conversa, enfim... ela aceitou a tal da  injeção!



      -  E a minha!...  outro dia procurava seu óculos... por todos os lugares. Parou perto de mim e perguntou:


       - Foi você quem pegou meu óculos?! Seu traquino!
       - Mamãaaae!  Seu óculos está na sua cabeça!...
       - kkkkkkk...


      Sim,  mas e o ventilador?!... Você comprou ou não... para sua mãe?!
     ( Lógico! Não podíamos deixar essa história sem final!)


       - Comprei sim. Só que quando cheguei na casa dela, tinham mais quatro ventiladores!... Cada um dos meus irmãos comprou um!
 
        - kkkkkkkk...

     - E eu, deixa eu contar o sonho que tive... kkkk... com a minha mãe!... Ela apronta comigo até em sonho!...

        Bom, se vocês estiverem gostando do texto,  eu termino de contar a última história! kkkk!...

        Bem  vocês pediram,  então lá vai:

       Meu amigo João então contou o sonho:

        - Outro dia sonhei que minha mãe tinha morrido e que vinha me buscar! Ela puxou no meu pé e disse:
        - João vim te buscar!
        - Mamãeeeeeeeeee!... Não quero ir, me deixe!

      - Ah, é! Pensa que vou deixar você aqui sozinho, é? Para ficar fazendo coisa errada! Levanta já e vem comigo! - Aí... Graças a Deus eu acordei, chega estava suado!

       Então eu falei: - Corre João, procura o terapeuta! kkkkkk... 


       FELIZ DIA DAS MÃES,   A TODAS AS MÃES DO MUNDO!


















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     Bjokas no coração!

sábado, 21 de abril de 2012

Que dor é a minha...

                    Que dor é a minha!
                   Que me  transpassa o peito
                   e me sangra a alma...


 Que dor é a minha!
 Que me  congela as veias
 e me tira a calma...

    Que dor é a minha!
    Que dilacera o coração
    e me dói a alma...



   Que dor é a minha! 
   Que o tempo não leva
   E ninguém me salva...

                             Bjokas no coração!


sexta-feira, 13 de abril de 2012

.·´¯`·-> O AMOR É LINDO... OPA! <-·´¯`·.

  Amigos,  como vocês gostaram muito da última crônica publicada, então mandei outra para rirmos um pouquinho mais! ... Vale a pena ler! kkk...


          Essa eu vivi dentro de  um ônibus no Rio de Janeiro. Vou escrever o que consigo lembrar. Estava indo de São Gonsalo para a cidade do Rio. Eu, minha sobrinha e nossas mochilas. É... acreditem ou não, no Rio eu virei mochileira.  Íamos muito animadas à uma feira e  apesar do calor fervente que fazia,  pensávamos em rodar um pouco pela cidade, fazer algumas compras e depois parar em algum cafezinho no final da tarde, antes de voltar para casa. 

        Entramos no ônibus,  como a viagem ia ser longa sentamos lá no final. Eu mais à frente e minha sobrinha atrás, no meio da  última fila. Ia eu na janela olhando a cidade, muito curiosa por conhecer, como todo turista. Ainda deu tempo de ver um prédio branquinho escrito, "ESPAÇO RESERVADO PARA PICHADOR AMADOR". Começei a rir baixinho, quando de repente,  alguém atrás de mim falava ao telefone. Uma voz meio de mulher,  só que rouca ou  grossa, não sei, estranha!

        Mas o que me chamou atenção mesmo, foi o conteúdo da fala:

        - Você sabe que gosto muito de você. É faz muito tempo... Mas eu não te esqueci. Penso em você todos os dias. Não acredita?!  Poxa  Vilma, é verdade! Não consegui te esquecer! Já tive outras namoradas é verdade, mas você foi muito especial para mim...

        - Oi, fala mais alto, não tô te ouvindo direito, eu tô no ônibus! Tô indo pro Rio.

        A essa altura, imaginei: É homem, apesar da voz esquisita! E me parece um caso de amor. Já não prestava atenção na cidade, o rapaz falava um pouco alto e percebi que outras pessoas também já haviam se ligado na conversa. Ele continuou:

         - Quando volto do Rio? Ainda não sei. Mas quando voltar vou te fazer uma surpresa! Vou aí na tua casa! Não acredita? Pois pode acreditar! Já faz muito tempo o nosso encontro? E daí? Para mim foi muito especial, não consigo te esquecer! Eu já  tentei!  Mas não consigo! O que você quer que eu faça! A gente não manda nos sentimentos! É mais forte do que eu. Eu acho você linda! Meiga! Maravilhosa! Adoro conversar com você! Para mim você é uma fada!




        Eu me contorcia na cadeira estava com vontade de me virar para olhar quem estava ao telefone. Mas não o fiz! Olhei para minha sobrinha. Ela deu um sorrisinho com o canto da boca e não deixei de conter o riso alto. Todas as pessoas à nossa volta se entreolhavam! Percebi que todos estavam atentos a conversa do moço. Que mico! Pensei. E ele continuou:

        -  Eu não vou ter coragem de ir à sua casa? Quem disse? Vou sim! Na hora! Ah, Não posso ir?! Pode deixar!  Não se preocupe! Não vou dar bandeira nenhuma! Vou chegar de mansinho, sorrateiro... no segredo.

        Pensei com meus botões: Um amor impossível, ela deve ser casada! Ele falava alto,  nem se importava com o clima do  ônibus,  no maior silêncio! Todos a ouvi-lo. A essas  horas,  as pessoas mais próximas  já se olhavam, interagindo-se com sorrisinhos maliciosos. Uma, das duas mulheres que estavam ao lado de minha sobrinha, arriscou uma intromissão:

        - Cara,  já faz muito tempo! Ela já deve ter outro! Esqueçe dela!  E sorriu zombando dele, parecendo conhecê-lo.

        E ele:

         - Minha amiga aqui do ônibus tá falando que você já deve ter outro amor! É?... Tem?!
         - Mas eu te reconquisto, vamos se encontrar, tomar um sorvete! Passear de mãos dadas, depois dar uma esticadinha? Que tal? É?...
         - Casar?! Não,  casar não! Eu já prometi a mim mesmo:  nunca mais ponho alguém pra morar comigo! Não,  foi muito dolorida aquela experiência.  É?... Ah tá... Mas pode ser uma coisa legal! Com compromisso,  mas sem casamento.
          - Como vai aquela sua amiga, a Zenaide? Casou? Mas ela tá bem?!

          Arrisquei olhar para o trajeto e já estávamos na ponte Rio Niterói. Poxa,  nem vi o tempo passar! Também com aquela novela ao vivo,  bem alí atrás de mim! Aproveitei para dar uma viradinha rápida e olhar para a cara dele, pois já o via na minha imaginação: Um bonitão,  de torax avantajado!  Não consegui ver direito, mas o pouco que vi, não gostei. Um cara de olhos esquisitos,  meio que esbugalhados. Pensei: Mas o que importa, se ele a ama tanto! Os feios também se apaixonam! Não é mesmo?  E o apaixonado rapaz continuou:

             - Poxa Vilma, não é possível que você não acredita em mim! Eu tô falando a verdade! Assim você me deixa muito aborrecido! Eu aqui há quase duas horas falando pra você dos meus sentimentos e você só  duvidando, ora! Olha,  vou passar o telefone pra minha amiga aqui do meu lado,  ela é testemunha que eu vivo falando em você poxa!

          
Minha dúvida se dissipou,  pois o apaixonado tinha uma testemunha! Ao passar o telefone para sua amiga, ouvimos, não tão alto quanto ele falava, mas ouvimos:

             -  E aí Vilma, tudo bom? Olha é verdade!  Esse cara só fala em você menina, é uma coisa de louco! Quando vou ver você de novo? Vai estar no desfile de carnaval? Qual  escola?!  Quem sabe  a gente se vê por lá, ok? Tchau. Vou passar pra ele.

           Pronto, quem ainda tinha dúvidas. Não tinha mais! ... Ah, o amor é lindo!
         
             -  Viu, acredita em mim agora?! Minha flor,  meus amigos me perguntam: O que você viu nessa mulher ?!  Hã?  Que eu posso fazer?!  É mais forte do que eu!  Hã, o quê?!  Já tentei te esquecer...  já casei, viajei, me aventurei por aí e nada... não passou. Então,  agora quero ir até o fim! O que você disse?! Ah, você já tá fervendo!  Continuou baixando mais a voz.
            - Eu sei!  Você é muito quente! Por isso não consegui te esquecer! NÃO TÁ OUVINDO DIREITO?!  Estou dentro do ônibus,  não posso falar muito alto!

              Apesar dele ter baixado a voz,  eu continuava a ouvi-lo,  pois estava a sua frente. Porém ele aumentou a voz:

               - Quem está paquerando você?!  Hã? Quem? Vocês sairam?! Não?! Me responde,  vocês sairam?! Fala Vilma, vocês se encontraram?!
               
               Chegamos ao Rio de janeiro, será que daria tempo ouvir o final  a história?!

                - Me responde Vilma, você saiu com ele?!  Saiu! Ah, não acredito! E você gostou?! Fala Vilma, você gostou?! gostou ou não?!
    
               O ônibus parou, algumas pessoas começaram a descer, o rapaz continuava. Eu já estava contendo o riso e aguardando a resposta, nossa parada era a próxima. De repente,  ele levantou num supapo e enquanto falava, se dirigia para descer:

                - Sua vadia, sua cachorra! Eu aqui me derretendo todo,  dizendo que gosto de você e você me vem com essa! Que adorou sair com esse vagabundo! Ora vá se danar! Vá se fud... Sua Pu...

                  Depois de passar por todos, falando furioso ao telefone,  desceu. No ônibus, todos  desabaram  a rir. E eu também! Um moço que ia na minha frente, comentou:
                
                 - Esses travecos, vai ver não tinha ninguém do outro lado da linha!  Fez isso para aparecer! 

                  Perguntei a minha sobrinha: Era um travesti?! E ela:

                 - Não. Acho que era uma mulher!

                 Disparei a rir novamente e falei : O amor é lindo mas... acabou tão rápido!

                

Bjocas no coração!

sábado, 7 de abril de 2012

Minha dor...

      Fiz um poema... 
      e você nem leu!
      e se leu...
      nada entendeu.
      Meu coração cantou 
      e dele você riu.


           Fiz a  porta bater
           perdi-me em labirintos
           custei a entender.
           Você partiu!

      Fiz uma lágrima brotar
      a solidão calar.
     

          Fiz na minha dor
          a força se sobrepor
          para sobreviver.
          E renasci das cinzas!


                                        Dedico esse poema a minha amiga Sarah!


                                             Bjokas no coração!